sábado, 28 de janeiro de 2017

Novo video no canal (primeiro VLOG)

Espero que gostem!!

Curtam, compartilhem e se inscrevam no canal!! Fizemos esse vídeo porque muita gente está passando pelo que passamos, e com isso apenas queremos acalmar os corações desses novos familiares que estão nesse momento recebendo essa notícia...

Acompanhem os próximos capítulos!!!

blog: http://sosindromededown.blogspot.com.br/

pagina do facebook: https://www.facebook.com/sdumarotinad...

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Bárbara Peres 
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Rafael Chagas
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Clique aqui em baixa e veja o video!!!! 

Primeiro VLOG (consulta, aniversario, ovo e muito mais)




domingo, 15 de janeiro de 2017

6 anos se passaram

Meu príncipe já se passaram 6 anos desde o seu nascimento... 
6 anos que descobrimos como amar é o que existe de mais precioso na vida
6 anos de gratidão por todo amor e carinho que existe em nossas famílias...




O Luto...

clique no link abaixo e acompanhe os videos....

2º video (representamos o luto)



vivendo o luto da noticia



domingo, 8 de janeiro de 2017

Recebendo a Noticia (video)

Espero que gostem!!

Curtam, compartilhem e se inscrevam no canal!! 

Fizemos esse vídeo porque muita gente está passando pelo que passamos, e com isso apenas queremos acalmar os corações desses novos familiares que estão nesse momento recebendo essa notícia...


Acompanhem os próximos capítulos!!!




sexta-feira, 14 de agosto de 2015

ATUALIZANDO DEPOIS DE TEMPOS SEM POSTAR NADA

BOM MAMAES e papais novos, nessa jornada que acaba de se iniciar, os medos e lutas realmente sao frequentes, mais tudo vai se resolvendo com o tempo...

hoje o matheus esta com 4 anos, esta cada dia mais lindo, tem um amor pela familia dele fora do normal....

voltando a restrospectiva da nossa historia sobre algumas coisas que preocupam demais os novos papais e mamaes...

o matheus ando com 1 ano e 8 meses...

com 1 ano e 1 mes teve o nascimento dos seus primeiros dentinhos, porem ate hoje apenas um dente nao nasceu que esta na parte de baixo da boca é o 4° dentinho que temos, coloco uma foto quando conseguir.... ontem levei ele no dentista 13/08/2015 para tirar um RX para ver se o dente não estava la, mais infelizmente nem sinal desse dentinho, a Dr. falou para voltar la quando ele estiver na troca de dentes.

a FALA realmente esta mais complicado que o normal, é bom esclarecer que o DOWN tem todo seu corpo mais molinho e tals, o matheus teve uma gripe e foi uma secreçao pro ouvido dele, essa secreção fico grossa deixando a audição dele complicada, o que fez a gente perder muito tempo sem saber desse problema, o matheus com 1 ano e 1 mes começou a soltar a fala, balbuciou com meses de vida como qualquer criança normal, porem por conta dessa audição ele perdeu mta estimulação auditiva, hoje ele esta com 4 anos e so fala as vogais.  

em relaçao a saude do matheus, ele nao tem cardiopatia, nao tem problema na visao, nunca teve pneumonia, nunca ficou internado (somente quando ele nasceu e teve ictericia)... tem uma saude maravilhosa!

bom isso é apenas uma parte... conforme eu for lembrando as novidades volto para fazer novas publicaçoes, prometo nao demorar mais e atualizar sempre o blog!!

MATHEUS COM 4 ANOS, FOTO TIRADA NA ESCOLINHA


 
 

sábado, 11 de janeiro de 2014

Dia 02/04 Autismo



O que é?
O autismo é uma alteração "cerebral" / "comportamental" que afecta a capacidade da pessoa comunicar, de estabelecer relacionamentos e de responder apropriadamente ao ambiente que a rodeia.
Algumas crianças, apesar de autistas, apresentam inteligência e fala intactas, algumas apresentam também retardo mental, mutismo ou importantes atrasos no desenvolvimento da linguagem.
Alguns parecem fechados e distantes e outros parecem presos a comportamentos restritos e rígidos padrões de comportamento.
O autismo é mais conhecido como um problema que se manifesta por um alheamento da criança ou adulto acerca do seu mundo exterior encontrando-se centrado em si mesmo ou seja existem perturbações das relações afectivas com o meio.
A maioria das crianças não fala e, quando falam, é comum a ecolália (repetição de sons ou palavras), inversão pronominal etc..
O comportamento delas é constituído por actos repetitivos e estereotipados; não suportam mudanças de ambiente e preferem um contexto inanimado.
O termo autismo se refere ás características de isolamento e auto-concentração das crianças.
O autista possui uma incapacidade inata para estabelecer relações afectivas, bem como para responder aos estímulos do meio.
É universalmente reconhecida a grande dificuldade que os autistas têm em relação á expressão das emoções.
Características comuns do autista:
  • Tem dificuldade em estabelecer contacto com os olhos,
  • Parece surdo, apesar de não o ser,
  • Pode começar a desenvolver a linguagem mas repentinamente ela é completamente interrompida.
  • Age como se não tomasse conhecimento do que acontece com os outros,
  • Por vezes ataca e fere outras pessoas mesmo que não existam motivos para isso,
  • Costuma estar inacessível perante as tentativas de comunicação das outras pessoas,
  • Não explora o ambiente e as novidades e costuma restringir-se e fixar-se em poucas coisas,
  • Apresenta certos gestos repetitivos e imotivados como balançar as mãos ou balançar-se,
  • Cheira, morde ou lambe os brinquedos e ou roupas,
  • Mostra-se insensível aos ferimentos podendo inclusive ferir-se intencionalmente
  • Etc.
Causas:
A nível médico as causas são desconhecidas apesar das investigações e estudos feitos.
Tratamentos:
Poucos são os tratamentos actualmente existentes uma vez que os resultados são muito pequenos e morosos.
Os tratamentos passam por uma estimulação constante e por um apoio constante como forma de estimular e fazer com que a criança interaja com o ambiente, com as pessoas e com outras crianças.
Frequentemente usa-se a hipoterapia, a musicoterapia, a terapia da fala, a natação, o contacto com animais, o apoio em casa e com especialistas e muitas outras abordagens.
Infelizmente estas abordagens não resolvem as causas por detrás do autismo.
Há que resolver as causas por detrás do autismo e para isso há que compreender quais elas são.

Novas abordagens:

Causas:
A observação e trabalho com crianças autistas (bem como comcrianças disléxicas, hiperactivas e outras) mostra que as crianças autistas têm uma compressão demasiado grande em termos de cabeça.
Isto pode equivaler a ter a cabeça colocada num torno.
O sofrimento que se consegue sentir na cabeça destas crianças costuma ser imenso.
E é muito desse sofrimento que provoca a compressão que se costuma sentir na sua cabeça.
A maneira como reagimos às emoções é comprimindo o corpo. Veja como exemplo a raiva e o seu efeito no corpo.
Sabendo que a fáscia pode criar compressões de até 140 Kgs por centímetro quadrado, pode-se imaginar o que isso representa na cabeça da criança autista.
Com tamanha compressão é mais do que óbvio que a criança ou adulto não consegue interagir com o meio pois está demasiado absorvido com a sua dor e com o seu desconforto.
As raivas da criança e a sua incapacidade de actuação encontram aqui as explicações.
Ninguém consegue estar bem nem interagir com o meio se está demasiado desconfortável.
Mais; os trabalhos e investigação do Dr. Upledger (criador daCranioSacral Therapy) mostraram que as tensões e compressões a nível das meninges existem nas crianças autistas e que estas precisam de sessões semanais (1 a 3) durante todo o seu crescimento até cerca dos 18 anos por forma a que o sistema crânio sacral funcione nas melhores condições uma vez que é este sistema que é o responsável por todo o ambiente fisiológico no qual todo o sistema nervoso vive, funciona e se desenvolve.
As tensões ao nível das meninges afectam todo o funcionamento não só do sistema crânio sacral mas de todo o sistema nervoso central pelo que há que libertar as tensões existentes nas meninges por forma a que o sistema crânio sacral e o sistema nervoso possam funcionar o melhor possível.
Pela minha experiência com estas e outras situações o que posso dizer é que de facto a tensão a nível da cabeça e a nível das meninges é demasiado grande o que explica o desconforto, irritação, agressividade,depressão, problemas de aprendizagem, desordens de atenção, défice de atenção, dislexia, hiperactividade, autismo, etc. que as crianças apresentam.
Tratamentos:
A solução para estes problemas passa por terapias que corrijam estas tensões, alterações e disfunções existentes.
Para o efeito pode-se utilizar a Terapia Craneo Sacral ou a Libertação Miofascial.
Eu pessoalmente uso (usei) mais a Libertação Miofascial em virtude de ser mais rápida e eficaz e em virtude de trabalhar todo o corpo e dedesmemorizar os tecidos.
Com a Libertação Miofascial consigo muito mais e muito mais rapidamente resultados nas diversas situações que me aparecem no meu dia a dia.
No entanto, eu estou a utilizar outras abordagens por forma a acelerar os resultados e por forma a trabalhar as causas que estão por detrás destes problemas.
Hoje sei que a Libertação Miofascial não me dá todas as respostas e hoje estou a usar outras abordagens muito mais rápidas e eficazes.
O que hoje aplico é algo muito mais rápido e eficaz do que a Libertação Miofascial.
É assim que eu estou em trabalho de investigação para ver outras causas e outras soluções para que de facto os resultados surjam o mais rápido possível e para que a criança não tenha de andar a fazer várias sessões semanais até aos 18 anos.
Até ter resultados concretos e fiáveis vou continuando a fazer o meu trabalho o melhor que sei e o melhor que posso.
De tudo isto, facilmente se compreende que o autismo é uma situação complicada e que não se resolve facilmente.
Os tratamentos acarretam uma despesa muito grande para os pais, sobrecarregando-os quando eles já estão demasiado sobrecarregados com o problema do filho.
Assim seria desejável que existissem apoios (financeiros, investigação, etc.) vindos de pessoas que o pudessem prestar por forma a se conseguir dar um pouco de mais qualidade de vida não só ás crianças como aos seus pais.
No caso do autismo, o tratamento deve sempre começar por os pais se submeterem a tratamento primeiro, para que fiquem mais relaxados e não transmitam o seu stress e tensões acumuladas ao longo dos anos aos seus filhos, impedindo-os dessa forma de fazerem os progressos que precisam.
No caso da Hiperactividade e mesmo da Dislexia ou de Problemas de Aprendizagem ou outros, quase sempre as crianças beneficiam imenso quando os seus pais recebem tratamento primeiro ou em simultâneo.

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DIA MUNDIAL DA CONSCIENTIZAÇÃO DO AUTISMO
Neste sábado, 2 de abril, será comemorado o Dia Mundial de Conscientização do Autismo, data criada em 2008 pela Organização das Nações Unidas (ONU) para alertar a população sobre o assunto. Várias ações estão programadas, como a iluminação de prédios e monumentos de azul. Em São Paulo, estarão iluminados o Monumento às Bandeiras, o Viaduto do Chá e a Assembleia Legislativa; no Rio, o Cristo Redentor; em Brasília, o Congresso Nacional; e em Manaus, o Teatro Amazonas. Além disso, a
Defensoria Pública de São Paulo lança a cartilha "Direitos das Pessoas com Autismo", com informações sobre sintomas, diagnóstico e tratamento.
No Brasil, o autismo atinge cerca de dois milhões de pessoas e no mundo, segundo dados da ONU, já são 70 milhões. Segundo a psicóloga Fátima Cavalcanti, doutora em Saúde Pública, professora do mestrado em 'Psicanálise, Saúde e Sociedade' e coordenadora do Laboratório de Práticas Sociais Integradas da Universidade Veiga de Almeida (UVA), o autismo é um espectro de desordens que têm em comum o isolamento, o prejuízo à interação social e a dificuldade de imaginação, além do não contato visual. Como ainda não se descobriu a causa (acredita-se que sejam múltiplas), a chave do problema estaria na atitude da família que enfrenta um caso de autismo. Leia abaixo trechos da entrevista com a psicóloga:
Em que um dia de conscientização ajuda o autismo?
O autismo ainda é um desconhecido e gera perplexidade, porque o autista tem um comportamento diferente, uma dificuldade de socialização. Hoje, com o diagnóstico precoce, a sofisticação dos tratamentos e o melhor preparo das escolas, há casos de autistas fazendo faculdade. Um dia de conscientização ajuda a entender e a falar sobre isso.
O que os pais podem observar a fim de chegar a um diagnóstico precoce?
Um bebê que não se acomoda no colo, não olha no olho e tem dificuldade de aprendizado - porque o bebê aprende com o olhar da mãe - deve ser observado. A linguagem também é difícil porque o autista tem uma linguagem literal, direta e concreta, é uma troca difícil, já que nossa linguagem é muito metafórica.
Qual é o caminho para o tratamento correto, já que há tantas opções?
Nem a Ciência chegou a um consenso sobre o autismo, as famílias ficam confusas com tantas informações e se tornam grandes estudiosas do assunto. O primeiro passo é passar pelo luto do filho idealizado que é muito difícil. Depois, é olhar pra frente, enxergar as qualidades, os limites e lidar com esse filho real, contando com a ajuda de uma equipe que trabalhe de forma integrada, hierarquizando os tratamentos. Em geral, observo que a família se reinventa. Mesmo quem nunca teve que lidar com um filho autista, já passou por dificuldades e qualquer deficiência é uma situação limite que desafia o ser humano a ser melhor.


segunda-feira, 10 de junho de 2013

Rapaz com síndrome de Down comemora 2º diploma na faculdade

João Vitor, portador de Síndrome de Down, passou no vestibular na primeira tentativa e concluiu o Bacharelado em Educação Física na Universidade Tuiuti, em julho de 2009.

Em seguida, entrou no curso de licenciatura na mesma área e concluiu no final do ano passado.
A secretária Roseli Mancini (foto) comemorou a segunda formatura do filho, que colou grau no último sábado, dia 19, no curso de Licenciatura em Educação Física.

"Ele nasceu em São Paulo e quando completou dois meses de vida viemos morar em Curitiba. Aí começou nossa caminhada. Sem conhecer nada da cidade, fomos a procura de um tratamento, nos indicaram a Associação de Pais e Amigos Excepcionais (APAE). Hoje, depois de tanta luta, podemos comemorar e deixar para trás muitos 'nãos' e além de tudo, superamos o preconceito".

João Vitor tem 25 anos e explicou, em entrevista ao G1, que os preconceitos foram vários e relatou alguns casos.

"Por parte dos colegas eu sempre tive que provar que era eu que fazia os trabalhos e os deveres. E um dia, uma das colegas falou que ela tinha feito o trabalho sozinha, sendo que eu também havia participado. Na verdade (...), ela me deixou tão pra baixo e deprimido que não tive reação na hora. Com isso, eu preferi sempre fazer os trabalhos e deveres sozinho".

A mãe contou que o filho ficou na APAE até os dois anos e meio. "Quando percebi que lá não havia mais nada a acrescentar na vida do meu filho, tomei a decisão de colocá-lo em uma escola regular. E deu super certo (...), no início fui criticada por muitas pessoas pela minha ousadia, mas hoje posso comemorar o resultado - meu filho já têm duas faculdades".

Roseli aconselha os pais que também têm filhos com Síndrome de Down e explica que o princípio de tudo é encarar a situação com normalidade. "Penso que os pais com filhos especiais, em primeiro lugar devem eles próprios não ter preconceitos, pois, muitas vezes, inconscientemente, eles têm, e isto dificulta o relacionamento com o externo. 

Devem acima de tudo optar por escolas regulares, sem medo do preconceito, pois só do lado de crianças normais, com parâmetros normais, os filhos poderão evoluir".

"Estou feliz. Meu maior sonho a partir de agora é abrir uma academia voltada para o público com necessidades especiais, como eu, ou dar aula em escolas. Percebo que essas pessoas precisam de incentivo e de boa expressão corporal, coisas que foram essenciais na minha vida até agora. 


Por isso, quero fazer a diferença e abrir as portas 
para tentar dar mais qualidade de vida para esse público", acrescentou João.

sexta-feira, 17 de maio de 2013

COMO ACONTECE A ALFABETIZAÇÃO EM CRIANÇAS COM DOWN


Processos de alfabetização com crianças portadoras de síndrome de Down


Para além da importância de uma educação, a experiência escolar ajuda uma criança com trissomia 21 a desenvolver a sua própria identidade e a fortalecer a sua auto-estima e autoconfiança. Contactar com a sociedade, para além dos limites do lar, é fundamental para estimular as relações sociais e o envolvimento da criança com o seu próprio meio. Na escola, uma criança com Síndrome de Down pode, deve e vai adquirir competências académicas básicas como ler e escrever, tão bem como os restantes alunos. A única diferença é que pode demorar um pouco mais: enquanto as outras crianças aprendem a ler e a escrever em cerca de seis meses, uma criança com Síndrome de Down pode precisar de um ano ou mais. Independentemente disso, os estudos mostram que a educação pode produzir resultados excelentes e até inesperados nas crianças com trissomia 21, daí a importância do empenho dos professores e dos pais.
Atualmente há uma discussão em torno dos métodos tradicionais de alfabetização e da teoria construtivista. Para entendermos tal discussão, é necessário examinarmos os pressupostos teóricos que estão embasados nestas práticas pedagógicas tradicionais de alfabetização e na teoria construtivista.
As práticas pedagógicas tradicional, representadas pelos métodos sintéticos e analíticos, apresentam uma concepção mecânica e diretivista, sendo a idéia de aprendizagem vista como um condicionamento, no qual o comportamento é moldado (governado), descrito, explicado, previsto e controlado por reforços.
Em oposição a estes métodos surge a proposta ou Teoria Construtivista, cujo principal representante é Jean Piaget. Para Piaget o sujeito constrói o conhecimento na sua relação com o meio, passando este por diferentes estágios, que dependem do que cada sujeito traz de herança genética e esquemas mentais para compreender determinada situação. Esta compreensão requer, também, maturação neurológica, experiências socioculturais e fatores afetivos, a fim de desenvolver a autonomia intelectual.
Este corpo de conhecimento sobre a proposta construtivista será ampliado pelos estudos sobre a psicogênese da leitura e escrita, através das pesquisadoras Emília Ferreiro e Ana Teberosky que tentam investigar como a criança constrói seu conhecimento.
Este trabalho tem por finalidade investigar a partir de um ditado avaliativo, como crianças com Síndrome de Down pensam a escrita, tomando como referencial a pesquisa de FERREIRO & TEBEROSKY (1985) e FERREIRO (1990).
Estando organizado da seguinte maneira: apresenta uma visão breve sobre a teoria construtivista, ressaltando dentro desta a teoria ferreiriana e como se dá o processo de construção do sistema de escrita alfabética; caracteriza uma criança portadora da Síndrome de Down.
Discutiremos a importância de uma alfabetização que tenha conhecimento dos estudos desenvolvidos por Ferreiro, a fim de aperfeiçoar e entender o processo de construção de conhecimento dos alunos.

domingo, 5 de maio de 2013

NOVIDADES CHEGANDO!!!


Gente venho anunciar que meu blog esta com 20.775 (visualizações), e que logo, logo terei novidades, o que falta?, o que se encontra?, o que procuramos? o que realmente encontramos?...

no mundo inteiro, a cada minuto, nascem 18 bebês com problemas de formação, o que significa 9,8 milhões de bebês por ano. A Síndrome de Down, na área das síndromes genéticas, é a de maior incidência: 91%.

agora imagina quantas maes estao hoje como estavamos a algum tempo atras cheias de duvidas, medos, incertezas nos como maes de crianças maravilhosas temos que mostrar para essas novas maes o maior presente nos enviado... mostrar com clareza, logo que o matheus nasceu eu busqueii demais e fui encontrando uma familia maravilhosa que é a familia down... mais hoje quantas pessoas necessitam de informaçoes? me perunto isso diariamente, as pessoas tentando nos machucar pelos nossos filhos tem 1 cromossomo a mais, pra mim esse cromossomo foi o que eu fiz de melhor na vida, esse cromossomo me fez forte e capaz de lutar dia a dia pelo meu amor, minha vida...

bom enfim... NOVIDADES VIRÃO!!!

quarta-feira, 17 de abril de 2013

EDUCAÇÃO E SÍNDROME DE DOWN


Uma boa educação é um bem enorme que produz benefícios pessoais durante toda a vida. Isso não é diferente para pessoas com síndrome de Down. Além de transmitir conhecimentos acadêmicos, a escolarização é um passo fundamental no desenvolvimento psicoafetivo e no processo de socialização. Conviver com pessoas de diferentes origens e formações em uma escola regular e inclusiva pode ajudar ainda mais as pessoas com síndrome de Down a desenvolverem todas as suas capacidades.
Antigamente, acreditava-se que as pessoas com síndrome de Down nasciam com uma deficiência intelectual severa. Hoje, sabe-se que o desenvolvimento da criança depende fundamentalmente da estimulação precoce, do enriquecimento do ambiente no qual ela está inserida e do incentivo das pessoas que estão à sua volta. Com apoio e investimento na sua formação, os alunos com síndrome de Down, assim como quaisquer outros estudantes, têm capacidade de aprender.
É importante destacar que cada estudante, independentemente de qualquer deficiência, tem um perfil único, com habilidades e dificuldades em determinadas áreas. No entanto, algumas características associadas à síndrome de Down merecem a atenção de pais e professores, como o aprendizado em um ritmo mais lento, a dificuldade de concentração e de reter memórias de curto prazo. Na seção Dicas para pais e educadores, você encontra diversas sugestões para facilitar a aprendizagem de pessoas com deficiência intelectual.
Educação inclusiva no Brasil
Seguindo os preceitos constitucionais de que toda criança tem direito inalienável à educação, a política na área da educação pública no Brasil nos últimos anos tem sido a inclusão dos estudantes com síndrome de Down e outros tipos de deficiência na rede regular de ensino, com um crescimento significativo do número de matrículas nos últimos anos. No entanto, nem sempre esta inclusão se dá de maneira satisfatória: geralmente faltam recursos humanos e pedagógicos para atender às necessidades educacionais especiais dos alunos. Mas nota-se que esta prática é generalizada e não ocorre por discriminação. A escola pública brasileira tem que melhorar muito, e acreditamos que a prática inclusiva pode contribuir para alcançarmos uma escola de qualidade para todos.
Algumas escolas particulares estão enfrentando dificuldades para modificar seu funcionamento e atender da melhor forma possível as necessidades de seus estudantes, com ou sem deficiência. No caso de pais de alunos com deficiência intelectual, os obstáculos aumentam – frequentemente, eles têm que pagar para que profissionais acompanhem seus filhos durante as aulas. Isso não está correto, assim como a postura de determinadas escolas que se recusam a matricular crianças e jovens com síndrome de Down alegando a falta de preparo para recebê-los.
O artigo 8º da Lei 7.853/89 especifica que recusar a inscrição de um aluno em qualquer escola, seja pública ou privada, por motivos relacionados a qualquer deficiência, é crime. Além de receber uma multa, os diretores ou responsáveis pela escola que se negar a matricular pessoas com deficiência podem ser punidos com reclusão de um a quatro anos.
Se a escola primária inclusiva no Brasil está apenas engatinhando, o ensino médio e o superior constituem um grande desafio. Ao mesmo tempo em que os alunos com síndrome de Down vão finalmente encontrando espaços para progredir e avançar na sua educação, as escolas e universidades precisam se adequar a esta nova situação. É possível notar que cada vez mais jovens com síndrome de Down concluem o Ensino Médio, com ou sem adaptações curriculares. Atualmente, existem pelo menos 20 brasileiros com síndrome de Down cursando o Ensino Superior em cursos não adaptados.

MÉDICO BRASILEIRO RECEBE PRÊMIO DA DOWN SYNDROME INTERNATIONAL


O geneticista e pediatra Zan Mustacchi recebeu o prêmio do Dia Internacional da Síndrome de Down, alta distinção oferecida pela Down Syndrome International a indivíduos que contribuem para a vida das pessoas com síndrome de Down. É a primeira vez que o prêmio, criado há quatro anos, é concedido a um latino-americano.
Com uma vida dedicada ao estudo e atendimento de pessoas com síndrome de Down, o Dr. Zan é referência nacional e internacional na área. Responsável pelo Departamento de Genética do hospital público Darcy Vargas em São Paulo e Diretor do CEPEC, Centro de Estudos e Pesquisas Clínicas, Zan também é coordenador de uma especialização lato-sensu em síndrome de Down. Além disso, é membro fundador da Federação Brasileira das Associações de Síndrome de Down, FBASD, e representante da federação no Conselho Nacional de Saúde.
Além de Zan Mustacchi, foram agraciados este ano na categoria científica o Professor Tony Holland, do Reino Unido, Chefe do Grupo de Estudo de Deficiências Intelectuais e do Desenvolvimento da Universidade de Cambridge, pioneiro nas pesquisas da relação entre síndrome de Down e Alzheimer, e a Professora Marie-Odile Réthoré, Diretora Médica do Instituto Jérôme Lejeune. A francesa, que dedicou a vida à pesquisa e aos cuidados de pessoas com síndrome de Down, foi colaboradora do Professor Lejeune, que descobriu o componente genético da trissomia.
Na categoria trabalho voluntário receberam o prêmio a autodefensora americana Karen Gaffney, nadadora de longa distância e presidente da Fundação que leva seu nome e promove a inclusão de pessoas com deficiência em todas as fases da vida, e Ratnasabapathy Sivanandam, de Cingapura, cofundador da Associação de Síndrome de Down e responsável por várias ações de inclusão na região da Ásia-Pacífico.
A cerimônia de premiação dos anos de 2013 a 2015 acontecerá no 12o. Congresso Mundial da Síndrome de Down em Chennai, na India, em agosto de 2015.

Zan Mustacchi é o primeiro latino-americano a receber prêmio da DSI


Se pudesse indicar um video seria este

simplesmente os 3 medicos de maior honra!!!
neste video discute avanços médicos e de inclusão para portadores da Trissomia do Cromossomo 21




http://www.ebc.com.br/infantil/para-pais/galeria/videos/2013/04/sindrome-de-down-os-novos-incluidos

terça-feira, 26 de fevereiro de 2013

VEM SEAN PAIN



FILME COLEGAS GANHA FAMA NACIONAL E INTERNACIONAL

TRAILER DO FILME

https://www.youtube.com/watch?v=M3c1joyTWgc

#FICA_A_DICA# PRECONCEITO É CRIME E DA CADEIA

Pergunta:

Recebi uma informação de que as escolas particulares podem negar matrícula para alunos especiais, segunda a deliberação da justiça que diz que a rede particular pode determinar o tipo de clientela a ser atendida em seus programas, enquanto a obrigação de atendimento a todos é da rede pública, por ser governamental, devendo atender a todos.
Resposta:

A pessoa com deficiência é cidadã como qualquer outra e seus direitos devem ser respeitados por todos, em todas as situações. As Instituições de ensino devem cumprir com todas as normas gerais da Educação Nacional.

Conforme o artigo 208 da Constituição Federal, a pessoa com deficiência tem direito de estudar em escolas públicas e particulares. Isso é um direito subjetivo que lhe garante o acesso à pré-escola, ensino fundamental, médio e universitário.

Caso a Instituição Escolar, seja ela pública ou privada se recusar a aceitar uma pessoa com deficiência, a mesma poderá sofrer ação judicial e instauração de inquérito policial, por constituir crime, conforme estabelece o artigo 8º, I, da lei 7.853/89.

No artigo 2º desta mesma lei, é estabelecido que o poder público tem obrigação de promover a inclusão da pessoa com deficiência na rede de ensino, pública ou privada e viabilizar os recursos para que isto aconteça, bem como a capacitação dos profissionais da educação.

Se esses direitos forem recusados é preciso procurar a OAB e denunciar ao Ministério Público Federal.

Izaira Carvalho Peixoto